Portal tenta ressuscitar decisão antiga contra Dorlei no mesmo dia em que STF sinaliza possível volta ao cargo

Política

Nesta segunda-feira (17), o que se viu foi um exemplo claro de desespero e tentativa de manipulação da opinião pública por parte de setores da oposição ao ex-prefeito de Presidente Kennedy, Dorlei Fontão (PSB). Um portal de Campos dos Goytacazes — que até hoje parece mais alinhado com adversários locais do que com a verdade — publicou matéria requentada, com uma decisão de fevereiro, tentando reforçar a ideia de que Dorlei estaria inelegível.

A publicação tenta criar alarde com base em uma negativa de liminar da ministra Cármen Lúcia, do TSE, divulgada desde dezembro de 2024, ignorando de forma conveniente a movimentação muito mais recente e relevante: a decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, que pode reabrir o caminho para Dorlei voltar ao cargo, atendendo à vontade da população de Presidente Kennedy.

Não por acaso, o portal ignorou esse novo fato. Coincidência? Difícil acreditar. A omissão seletiva revela muito mais do que um erro jornalístico: mostra alinhamento com uma ala política que não aceita o resultado das urnas.

Dorlei foi eleito com mais de 55% dos votos válidos em outubro de 2024 — ou seja, a maioria da população quis claramente que ele voltasse à Prefeitura. Mesmo assim, os adversários políticos seguem comemorando decisões judiciais antigas como se pudessem apagar a soberania do povo kennedense.

O caso de Dorlei é bastante semelhante ao de Dr. Rubão, de Itaguaí (RJ), que também foi alvo de questionamentos, mas teve garantida a diplomação e posse por decisão do próprio Supremo Tribunal Federal. No entendimento do ministro Toffoli, a vontade popular deve ser respeitada até que o julgamento final ocorra — exatamente o que também se aplica ao caso de Presidente Kennedy.

A tentativa de invalidar a vitória de Dorlei com base em interpretações rígidas e politizadas do conceito de “terceiro mandato” não se sustenta frente à realidade dos fatos. Ele exerceu um mandato interino, assumindo a Prefeitura em 2019 como vice-prefeito após afastamento da titular. Depois foi eleito para o mandato de 2021 a 2024, e agora, em 2024, foi reeleito com ampla margem, o que demonstra confiança popular contínua.

Enquanto isso, a cidade segue sob gestão provisória do presidente da Câmara, Júnior da Gromogol, aliado de Dorlei, mas sem o respaldo direto das urnas para ocupar a chefia do Executivo.

É hora de parar com manobras midiáticas e respeitar o voto popular. Dorlei representa a escolha legítima do povo de Presidente Kennedy. A oposição, sem projeto, sem proposta e sem apoio popular, tenta desesperadamente judicializar a política para vencer no tapetão aquilo que perdeu nas urnas.

Mas o povo está atento — e confia que a Justiça, assim como no caso de Itaguaí, fará prevalecer o direito do eleitor de escolher seus representantes, e não o interesse dos que vivem de decisões ultrapassadas e manchetes fabricadas.

 

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